quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Equinácea (Echinacea angustifolia)
Esta é talvez a planta que mais uso durante o Inverno.
Os seus principais constituintes são glicósidos, vitamina C, tanino e oligoelementos, que lhe confere propriedades antimicrobiana, anti-inflamatória, desintoxicante do sangue e do sistema linfático, para além de melhorar o sistema imunitário e ajudar em irritações cutâneas.
É uma óptimo aliada na prevenção de gripes e constipações e o que faço quando começo a sentir-me engripada é tomar um chá três vezes por dia. Resulta!!!
Também a podem encontrar em cápsulas, pomadas, tintura e extracto liquido, sendo que a parte mais utilizada da equinacea é a raiz.
Não tem efeitos secundários de assinalar, no entanto quando tomada em grandes quantidades pode provocar tonturas e náuseas.
Os seus principais constituintes são glicósidos, vitamina C, tanino e oligoelementos, que lhe confere propriedades antimicrobiana, anti-inflamatória, desintoxicante do sangue e do sistema linfático, para além de melhorar o sistema imunitário e ajudar em irritações cutâneas.
É uma óptimo aliada na prevenção de gripes e constipações e o que faço quando começo a sentir-me engripada é tomar um chá três vezes por dia. Resulta!!!
Também a podem encontrar em cápsulas, pomadas, tintura e extracto liquido, sendo que a parte mais utilizada da equinacea é a raiz.
Não tem efeitos secundários de assinalar, no entanto quando tomada em grandes quantidades pode provocar tonturas e náuseas.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Principios básicos da Medicina Ayurvédica - Doshas
Segundo a Medicina Ayurvédica todos os sistemas estão interligados. Nada é separado e isto vai desde o corpo humano até ao Universo. outro aspecto importante é que o universo exterior está reflectido no interior do nosso corpo.
Daí cada individuo ser tratado exactamente como ele é: único, por isso houve uma preocupação em entender todas as funções do organismo desde a orgânica, metabólica e os mecanismos da mente.
Pela observação foi possível constatar que existem três forças que regem todos os indivíduos, podendo estar presente em separado ou em conjunto.
Portanto cada individuo possui um dosha (traduzindo do sânscrito significa humor) ou dois ou até mesmo os três doshas.
São eles caracterizados genericamente como movimento, Vata, transformação, Pitta e coesão, Kapha.
Deste modo, uma pessoa pode ter características só de Vata, mas também pode ser Vata/Pitta, ou Vatta/Kapha, E o mesmo se passa para os outros dois doshas, lembrando que embora raro também podemos ter a combinação Vata/Pitta/Kapha.
Há varias formas de determinar o dosha, seja ela por observação do pulso, ou das características físicas, emocionais e mentais, ou ainda por questionário.
Para os indivíduos que possuem o(s) dosha(s) em equilíbrio todo o seu corpo estará em perfeito funcionamento. Qualquer desequilibro faz com que as funções básicas se alterem podendo resultar em disfunções ou doenças.
Daí cada individuo ser tratado exactamente como ele é: único, por isso houve uma preocupação em entender todas as funções do organismo desde a orgânica, metabólica e os mecanismos da mente.
Pela observação foi possível constatar que existem três forças que regem todos os indivíduos, podendo estar presente em separado ou em conjunto.
Portanto cada individuo possui um dosha (traduzindo do sânscrito significa humor) ou dois ou até mesmo os três doshas.
São eles caracterizados genericamente como movimento, Vata, transformação, Pitta e coesão, Kapha.
Deste modo, uma pessoa pode ter características só de Vata, mas também pode ser Vata/Pitta, ou Vatta/Kapha, E o mesmo se passa para os outros dois doshas, lembrando que embora raro também podemos ter a combinação Vata/Pitta/Kapha.
Há varias formas de determinar o dosha, seja ela por observação do pulso, ou das características físicas, emocionais e mentais, ou ainda por questionário.
Para os indivíduos que possuem o(s) dosha(s) em equilíbrio todo o seu corpo estará em perfeito funcionamento. Qualquer desequilibro faz com que as funções básicas se alterem podendo resultar em disfunções ou doenças.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Inicio do desenvolvimento espiritual com Yoga
Hoje é o último dia do curso que estou a tirar de instrutora de yoga. Foi a grande transformação da minha vida, não sei o que vem a partir daqui mas sei que nada, absolutamente nada vai ser como antes!
Eu mudei, a maneira como encaro a realidade mudou, tudo se tornou mais leve e passei a ver a vida como uma aprendizagem que deve ser vivida com alegria.
Contudo nem sempre é tudo belo e cor de rosa, há alturas em que empanco e fico presa nos mesmos pensamentos de antigamente. Embora agora já tenha a capacidade de descernir se quero ir ou ficar, manter-me no velho ou caminhar para o novo. É sempre uma questão de decisão.
Mas ontem e parte do dia de hoje dei-me conta que estava a viver um desses momentos em que me senti perdida, a achar que toda a minha evolução espiritual era uma ilusão e que estava na base da base.
Então tive que voltar ao inicio, inicio este que passa por me relembrar da ética no yoga. Este é sempre, digo SEMPRE, o ponto de partida: Yamas e Niyamas (ver post já publicado).
Asanas, pranayma, meditação e concentração sem ética não serve para rigorosamente nada.
Muito grata por este ensinando e por poder partilhar.
Eu mudei, a maneira como encaro a realidade mudou, tudo se tornou mais leve e passei a ver a vida como uma aprendizagem que deve ser vivida com alegria.
Contudo nem sempre é tudo belo e cor de rosa, há alturas em que empanco e fico presa nos mesmos pensamentos de antigamente. Embora agora já tenha a capacidade de descernir se quero ir ou ficar, manter-me no velho ou caminhar para o novo. É sempre uma questão de decisão.
Mas ontem e parte do dia de hoje dei-me conta que estava a viver um desses momentos em que me senti perdida, a achar que toda a minha evolução espiritual era uma ilusão e que estava na base da base.
Então tive que voltar ao inicio, inicio este que passa por me relembrar da ética no yoga. Este é sempre, digo SEMPRE, o ponto de partida: Yamas e Niyamas (ver post já publicado).
Asanas, pranayma, meditação e concentração sem ética não serve para rigorosamente nada.
Muito grata por este ensinando e por poder partilhar.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Yin Yoga
Nesta viagem que fiz a Bali e sendo Ubud uma referência no Yoga, aproveitei para fazer algumas aulas que não costumava fazer cá em Lisboa.
Por isso, após ver o horário do Yoga Barn decidi fazer uma aula de Yin Yoga.
Esta variação de yoga prepara-nos para permanecer confortavelmente e por um longo período de tempo em padmasana (postura sentada para meditação).
Os asanas efectuados são essencialmente posturas de torção, alongamento, estiramento e abertura de ancas, mantendo-nos nelas entre 3 a 5 minutos.
Mas conceitos à parte, a viagem que esta prática nos proporciona é imensa. Em cada asana que fazia, e acreditem que nenhum era novo para mim, era uma batalha interna para aquietar a minha mente e todas as emoções que emergiam.
Quando iniciava o asana sentia todo o meu corpo a resistir a ele, parecia que não dobrava ou alongava, ficava tensa e a minha mente só me dizia que dificilmente iria aguentar mais de um minuto. Após atingir esse minuto, as dores começavam a intensificar-se e parecia que o meu corpo ia partir. Mas eu sabia que era tudo ilusão da minha mente. E mantendo-nos como observadores de nós próprios (acreditem que nesta prática é fundamental para não desistir) vemos como a nossa mente se descontrola e se assusta tão facilmente.
Por isso, após ver o horário do Yoga Barn decidi fazer uma aula de Yin Yoga.
Esta variação de yoga prepara-nos para permanecer confortavelmente e por um longo período de tempo em padmasana (postura sentada para meditação).
Os asanas efectuados são essencialmente posturas de torção, alongamento, estiramento e abertura de ancas, mantendo-nos nelas entre 3 a 5 minutos.
Mas conceitos à parte, a viagem que esta prática nos proporciona é imensa. Em cada asana que fazia, e acreditem que nenhum era novo para mim, era uma batalha interna para aquietar a minha mente e todas as emoções que emergiam.
Quando iniciava o asana sentia todo o meu corpo a resistir a ele, parecia que não dobrava ou alongava, ficava tensa e a minha mente só me dizia que dificilmente iria aguentar mais de um minuto. Após atingir esse minuto, as dores começavam a intensificar-se e parecia que o meu corpo ia partir. Mas eu sabia que era tudo ilusão da minha mente. E mantendo-nos como observadores de nós próprios (acreditem que nesta prática é fundamental para não desistir) vemos como a nossa mente se descontrola e se assusta tão facilmente.
domingo, 20 de novembro de 2016
Centella Asiática (Gotu Kola)
Falaram-me desta planta, a primeira vez, quando estava a fazer massagem ayurvédica. Sofro de retenção de líquidos e durante algum tempo só menstruava se tomasse a pílula, o que aumentava ainda mais a retenção de líquidos, principalmente antes de me vir o período.
Como este ano tem sido o grande ano de mudanças e sobretudo de cura, tomei a decisão de deixar de tomar a pílula e recorrer a todos os mecanismos de auto-perdão e fitoterapia para voltar a ter o meu corpo equilibrado.
E como o Universo é muito generoso quando nos propomos com toda a determinação a algo, mais uma vez a mensagem chegou através de um livro que ando a ler, que se chama "Ayurvédic Healing for Women", onde dizia que esta planta equilibrava os três doshas (noutro post explico o que são doshas, no worries) a nível hormonal.
Exactamente o que precisava!!!!
Fui pesquisar e percebi que a Centella Asiatica tem como principio ativo saponinas triterpénicas que ajudam na regeneração da pele, pela produção de colagénio, por isso um óptimo cicatrizante.
Mas não só, ajuda a desintoxicar o corpo, principalmente do metal Alumínio, aumenta a memoria, melhora o sistema vascular e o tecido conjuntivo e trata a inflamação vascular, traduzindo: diminui a retenção de líquidos e elimina a celulite.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Mango Lassi
"Mango lassi" é o nome da bebida que aparece na foto da qual fiquei completamente fã, depois de ter ido a Bali.
Pelo que li é uma bebida indiana, mas lá havia em qualquer café e posso dizer que a bebia todos os dias!
Hoje fiz em casa, para o pequeno-almoço.
Deixo aqui a receita.
1manga media
2colheres de sopa de iogurte grego sem gordura (encontrei um no celeiro óptimo)
Cardomomo
Mel
Leite de amêndoas (opcional)
Descasquei a manga e cortei-a para dentro do copo da varinha mágica. Triturei. Adicionei uma semente de cardomomo e voltei a triturar de modo a que ficasse uma polpa.
Acrescentei as duas colheres de iogurte (generosas no caso de quererem que fique espesso, que é como gosto), mel a gosto e o leite de amêndoas adicionei a olho, de modo a que desse para envolver tudo e não ficasse demasiado espesso. Mexi como uma colher e ficou como essa maravilha aí representada na foto!!
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Co-criação
Este é sem duvida um tema que me apaixona.
Apesar de já ter explicado o seu significado noutro post, deixo aqui uma breve explicação.
Co-criação é a capacidade que nós temos de criar a realidade à nossa volta, por outras palavras, tudo que nós temos como o cenário da nossa vida é produto da mente.
Este conceito pode ser simultaneamente assustador e maravilhoso.
Assustador porque nos responsabiliza pela realidade que temos, e maravilhoso exactamente pelo mesmo motivo, dando-nos a capacidade de alterar essa mesma realidade apenas mudando a nossa mente.
É aqui que reside a dificuldade.
O meu conselho, numa primeira fase, está em identificar as situações repetidas que temos vindo a viver e qual o pensamento que lhes dá origem.
Porque há sempre um pensamento padrão por de trás de um acontecimento que se manifesta uma e outra vez.
E o desafio que vem a seguir, para além de estar alerta, é quando identificarmos uma situação que se está a repetir, observá-la, sem julgamento e termos consciência que aquilo apenas é produto da nossa mente.
Apesar de já ter explicado o seu significado noutro post, deixo aqui uma breve explicação.
Co-criação é a capacidade que nós temos de criar a realidade à nossa volta, por outras palavras, tudo que nós temos como o cenário da nossa vida é produto da mente.
Este conceito pode ser simultaneamente assustador e maravilhoso.
Assustador porque nos responsabiliza pela realidade que temos, e maravilhoso exactamente pelo mesmo motivo, dando-nos a capacidade de alterar essa mesma realidade apenas mudando a nossa mente.
É aqui que reside a dificuldade.
O meu conselho, numa primeira fase, está em identificar as situações repetidas que temos vindo a viver e qual o pensamento que lhes dá origem.
Porque há sempre um pensamento padrão por de trás de um acontecimento que se manifesta uma e outra vez.
E o desafio que vem a seguir, para além de estar alerta, é quando identificarmos uma situação que se está a repetir, observá-la, sem julgamento e termos consciência que aquilo apenas é produto da nossa mente.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Ubud - parte III
Acho que por os posts anteriores já deu para ver o quão apaixonada fiquei por Ubud.
Não há a menor dúvida que tem tudo aquilo que me faz feliz: gente autenticamente simpática e de bem com a vida, comida saudável, clima optimo e claro... Yoga! Ah, e um mercado! Não sei porquê, mas adoro mercados!!
E é exactamente por este que vou começar.
O mercado abre bem cedo, por volta das 6h da manhã já está tudo em reboliço. Lá tem de tudo, desde frutas, legumes, especiarias, incensos, comida já feita tipicamente balinesa, doces, roupa e artesanato.
Claro que tem de ser tudo muito bem negociado, o preço pelo qual trouxe as coisas, nunca foi o inicialmente pedido!
Quem pensa que Bali e consequentemente Ubud é um país de terceiro mundo, desengane-se, eles têm tudo e o nível de vida assemelha-se muito ao de Portugal. Claro que há sempre coisas mais baratas, tudo depende do que eles produzem.
domingo, 6 de novembro de 2016
Ubud - parte II
Deixo agora algumas informações relativas à Ubud e ao que vivi:
Para fazer yoga, componha referi, fiz no The Yoga Barn. Fica relativamente perto da floresta dos macacos. As aulas têm um preço razoável, mas há sempre a oportunidade de comprar packs de aulas, que foi o que fiz!
Para além de vários estilos de yoga, desde Hatha, Yin, Vinyasa, gentle, power, acro, tem também vários tipos de meditaçao, Qi Cong, pranayama, Shamanic breathwork... bem a variada é imensa e a maior parte das práticas duram 1h30min.
Em diferentes dias da semana e ao final do dia têm actividades gratuitas em forma de agradecimento à comunidade.
Ainda dispõem de massagens e práticas de cura.
O pessoal é sempre muito disponivel e pronto a ajudar.
E o melhor do melhor: o Garden Kafe serve óptimas refeições, sumos, lassis (sumos à base de iogurte) nos quais fiquei completamente viciada.
Para fazer yoga, componha referi, fiz no The Yoga Barn. Fica relativamente perto da floresta dos macacos. As aulas têm um preço razoável, mas há sempre a oportunidade de comprar packs de aulas, que foi o que fiz!
Para além de vários estilos de yoga, desde Hatha, Yin, Vinyasa, gentle, power, acro, tem também vários tipos de meditaçao, Qi Cong, pranayama, Shamanic breathwork... bem a variada é imensa e a maior parte das práticas duram 1h30min.
Em diferentes dias da semana e ao final do dia têm actividades gratuitas em forma de agradecimento à comunidade.
Ainda dispõem de massagens e práticas de cura.
O pessoal é sempre muito disponivel e pronto a ajudar.
E o melhor do melhor: o Garden Kafe serve óptimas refeições, sumos, lassis (sumos à base de iogurte) nos quais fiquei completamente viciada.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Ubud - parte I
Após mais de um dia de viagem, finalmente chego a Bali!! Vinha com poucos planos, apenas fazer yoga, praia, usufruir desta ilha, conhecer a sua cultura e as pessoas que cá vivem, mas com a esperança de que esta experiência me transformasse e transmutasse (como já referi num posto anterior).
Assim que aterrei fui logo procurar um táxi e achei que fui enganada, pois levaram-me um preço exorbitante desde aí até Ubud, mas tentei não dar muito importância, afinal ainda mal tinha chegado.
Cheguei a Ubud!!! Finalmente!!!
Quando comecei a andar pelas ruas (que é das coisas que mais prazer me dá quando chego a um sítio) achei que tudo era muito exagerado: toda a gente a perguntar se queria um táxi, uma visita aqui e ali, a convidarem a tomar um café, se queria entrar nas lojas... Aí, muito honestamente detestei o primeiro impacto, achei tudo muito sufocante.
Acabei, nesse dia por ir inscrever-me no The Yoga Barn e vir para o hotel dormir, que era o que mais precisava.
No dia seguinte tudo foi diferente, apesar de o piercing ter infectado - que era o que me faltava - quando saí à rua percebi que as pessoas são genuinamente amigáveis, queridas e preocupam-se umas com as outras. E vi isso não por tratarem assim os turistas, mas por serem assim uns com os outros. A ideia que dá é que toda a gente se conhece, dado a proximidade com que se relacionam.
E sim, confirma-se, há algo de especial nesta terra, nem é boa energia, é mais que isso... É amor o que está gente inspira e expira.
Muito grata por estar aqui!!!
Assim que aterrei fui logo procurar um táxi e achei que fui enganada, pois levaram-me um preço exorbitante desde aí até Ubud, mas tentei não dar muito importância, afinal ainda mal tinha chegado.
Cheguei a Ubud!!! Finalmente!!!
Quando comecei a andar pelas ruas (que é das coisas que mais prazer me dá quando chego a um sítio) achei que tudo era muito exagerado: toda a gente a perguntar se queria um táxi, uma visita aqui e ali, a convidarem a tomar um café, se queria entrar nas lojas... Aí, muito honestamente detestei o primeiro impacto, achei tudo muito sufocante.
Acabei, nesse dia por ir inscrever-me no The Yoga Barn e vir para o hotel dormir, que era o que mais precisava.
No dia seguinte tudo foi diferente, apesar de o piercing ter infectado - que era o que me faltava - quando saí à rua percebi que as pessoas são genuinamente amigáveis, queridas e preocupam-se umas com as outras. E vi isso não por tratarem assim os turistas, mas por serem assim uns com os outros. A ideia que dá é que toda a gente se conhece, dado a proximidade com que se relacionam.
E sim, confirma-se, há algo de especial nesta terra, nem é boa energia, é mais que isso... É amor o que está gente inspira e expira.
Muito grata por estar aqui!!!
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Spirulina
Embora esteja a incluir a spirulina na categoria das plantas, ela é uma alga e considerada um super alimento.
Rica em vitaminas do complexo B, vitamina E, beta-caroteno, zinco, ferro, cobre, selénio e um alto valor proteico, bem superior ao da carne, contendo todos os aminoácidos essenciais, é um óptimo complemento da alimentação, para quem como eu está a reduzir o seu consumo de carne e peixe, adoptando cada vez mais uma alimentação rica em frutas, legumes, leguminosas e cereais.
Os seus efeitos no organismo vão desde a inibição do crescimento de células de cancro de fígado, diminuir o crescimento de tumores e metástases, uma vez que tem omega-6.
Ajuda a baixar os níveis de colesterol e trigliceridos, melhora a memoria, o sistema imunitário e devido ao seu alto teor em ferro diminui a probabilidade de anemias.
Quanto ao sabor, confesso que não é agradável, mas misturado em sumos, smoothies ou batidos, ele fica camuflado.
A dose recomendada é uma colher de chá por dia e podem encontrar este produto no Celeiro ou na Casa a Granel (Campo de Ourique). Neste ultimo podem comprar a quantidade que quiserem, uma vez que eles vendem-no por peso.
Rica em vitaminas do complexo B, vitamina E, beta-caroteno, zinco, ferro, cobre, selénio e um alto valor proteico, bem superior ao da carne, contendo todos os aminoácidos essenciais, é um óptimo complemento da alimentação, para quem como eu está a reduzir o seu consumo de carne e peixe, adoptando cada vez mais uma alimentação rica em frutas, legumes, leguminosas e cereais.
Os seus efeitos no organismo vão desde a inibição do crescimento de células de cancro de fígado, diminuir o crescimento de tumores e metástases, uma vez que tem omega-6.
Ajuda a baixar os níveis de colesterol e trigliceridos, melhora a memoria, o sistema imunitário e devido ao seu alto teor em ferro diminui a probabilidade de anemias.
Quanto ao sabor, confesso que não é agradável, mas misturado em sumos, smoothies ou batidos, ele fica camuflado.
A dose recomendada é uma colher de chá por dia e podem encontrar este produto no Celeiro ou na Casa a Granel (Campo de Ourique). Neste ultimo podem comprar a quantidade que quiserem, uma vez que eles vendem-no por peso.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Gratidão
Uma vez li algo, já não me recordo muito bem onde, que dizia: " E se amanhã tivesses apenas aquilo pelo qual agradeceste hoje?".
Parei e pensei: "Não teria absolutamente nada!", principalmente nessa altura, que me estava sempre a lamentar e esquecia-me de agradecer pelas coisas boas que a vida me traz. É que este simples acto leva-nos a que automaticamente mudemos o chip e passamos a focar-nos nos aspectos positivos do nosso dia a dia.
Por experiência própria, aos poucos a nossa percepção da vida altera-se naturalmente, passamos a estar muito mais atentos ao que se passa à nossa volta e muitas vezes dou por mim a agradecer porque alguém sorriu para mim na rua, ou um desconhecido me deu bom dia, ou porque quando cheguei a casa tinha a Mia à minha espera.
E passei de pequenos agradecimentos ao o que considero o maior deles todos: Estou grata à vida, do fundo do meu ser, estou muito grata à vida!
E tu? De que estás grato hoje???
Ps: Para enraizar bem este habito em mim, saquei uma aplicação incrível, que se chama "Grid Diary", está disponível gratuitamente para IOS e é em português! :)
Parei e pensei: "Não teria absolutamente nada!", principalmente nessa altura, que me estava sempre a lamentar e esquecia-me de agradecer pelas coisas boas que a vida me traz. É que este simples acto leva-nos a que automaticamente mudemos o chip e passamos a focar-nos nos aspectos positivos do nosso dia a dia.
Por experiência própria, aos poucos a nossa percepção da vida altera-se naturalmente, passamos a estar muito mais atentos ao que se passa à nossa volta e muitas vezes dou por mim a agradecer porque alguém sorriu para mim na rua, ou um desconhecido me deu bom dia, ou porque quando cheguei a casa tinha a Mia à minha espera.
E passei de pequenos agradecimentos ao o que considero o maior deles todos: Estou grata à vida, do fundo do meu ser, estou muito grata à vida!
E tu? De que estás grato hoje???
Ps: Para enraizar bem este habito em mim, saquei uma aplicação incrível, que se chama "Grid Diary", está disponível gratuitamente para IOS e é em português! :)
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
O que atraímos!!
Sempre me perguntei se o que o que eu atraía/atraio é o reflexo daquilo que penso e sinto, ou se será mera casualidade da vida, ou por outra desafios que nos são colocados na vida.
Confesso, que embora ache que estamos sempre sujeitos a desafios quer para provar que realmente os nossos limites estão bem estabelecidos, ou para ver o quão perseverante somos em relação a nós próprios, ou, ainda para nos conhecermos, acredito plenamente em co-criação.
E o que significa isto?! Pois bem, co-criação refere-se ao facto de a nossa realidade ser o reflexo daquilo que nós somos, e mais, podemos alterar essa mesma realidade e para isso basta mudar a nossa maneira de pensar e agir.
A inicio pode parecer um pouco estranho e até levar-nos a uma certa revolta, principalmente quando as coisas não estão bem, mas a meu ver, a nossa vibração atraia vibração semelhante.
Portanto, o que sugiro hoje, é para parar e pensar no que há à nossa volta, que tipo de pessoas temos na nossa vida, que situações estamos a viver e analisar, sem julgamentos.
A inicio pode parecer um pouco estranho e até levar-nos a uma certa revolta, principalmente quando as coisas não estão bem, mas a meu ver, a nossa vibração atraia vibração semelhante.
Portanto, o que sugiro hoje, é para parar e pensar no que há à nossa volta, que tipo de pessoas temos na nossa vida, que situações estamos a viver e analisar, sem julgamentos.
domingo, 23 de outubro de 2016
sábado, 22 de outubro de 2016
Ética no Yoga - Parte III
Nyamas são cinco regras que regulam o
comportamento connosco próprios:
- Sauchan: pureza, conseguida através de uma alimentação adequada, sem o uso de drogas nem hábitos tóxicos que alteram o equilíbrio do corpo. Importante, também a execução de Asanas, pois tonificam o corpo, removem toxinas e bloqueios; Pranayama limpa os pulmões oxigenando o sangue; limpeza da mente purificando os pensamentos e deixando fluir as emoções. Também a ter em consideração a limpeza do nosso meio envolvente.
- Santosha: O contentamento, cultivando e desenvolvendo estados de satisfação e alegria independentemente das circunstâncias externas. No entanto não deve ser usado este conceito para aceitarmos a realidade evitando o esforço de mudar e transformar.
- Tapas: significa calor e pode ser entendido como a força ardente para alcançar objectivos determinados para a vida, através da disciplina, autocontrolo, e persistência, não só na prática de Yoga, mas também na vida pessoal.
- Svadhyaya: refere-se à descoberta de nós próprios, seja pela reflexão das escrituras sagradas, mas também a aplicação prática desse conhecimento, percebendo que toda a criação é movida pela mesma energia do Universo.
- Ishvarapranidhana: lembra-nos que existe uma força superior, quer à nossa volta quer dentro de nós e é a essa força que devemos entregar nossas ações, sem esperar recompensas, nem nos apegarmos ao resultado. Entrega ao todo.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Etica no Yoga - Parte II
Yama são restrições morais que definem o nosso
pensamento, discurso e acções:
- Ahimsa: significa não violência, entende-se como a compaixão por todos os seres vivos, incluindo connosco próprios e pelo nosso meio envolvente.
- Satya: é a verdade, ou seja caracteriza-se em fazer coincidir os nossos pensamentos com o nosso discurso e acções.
- Asteya: não roubar, aqui inclui-se também o não cobiçar nem invejar o que é do outro.
- Brahmacharya: controlo dos sentidos, a não dissipação da energia (prana) dando ênfase a uma vida de abstinência e celibato de modo a que essa mesma energia seja utilizada na prática e estudo do Yoga. Na prática o significado Brahmacharya pode ser entendido pelo não desvirtuamento da sexualidade, optando por um caminho de equilíbrio e de amor.
- Aparigrata: não possessividade, ou seja, a generosidade e o desapego quer por bens materiais quer por relações afectivas, de modo a que se treine a mente a que não sofra com a perda, praticando a gratidão e contentamento.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Hortelã pimenta (Mentha Piperita)
Talvez a minha planta favorita, a que mais uso, quer em infusões, quer em receitas.
Conhecida pelas suas propriedades digestivas, anti-séptico, astiespasmódico e expectorante. Como óleo essencial é muito utilizado para congestões, tosse e febre. Evitar o óleo durante a gravidez, uma vez que promove a menstruação.
As infusões são usadas para tratar indigestão, diarreia, flatulência e pedra na bexiga.
Principais constituintes desta planta são mentol, limoneno, flavonóides, carotenóides e tanino
Planta que acalma o dosha pitta e na culinária adiciono a saladas, molho de iogurte e salada de frutas.
Para quem quiser ter em casa, os cuidados a ter são regar frequentemente, mas não deixar a raiz alagada. Embora esta planta resista a variações de temperatura, não tolera geadas.
À medida que vai crescendo é importante cortar as folhas de cima, para que não tire a luz às folhas que estão a nascer. Manter esta planta, idealmente, em locais onde as temperaturas sejam acima dos 10ºC.
Conhecida pelas suas propriedades digestivas, anti-séptico, astiespasmódico e expectorante. Como óleo essencial é muito utilizado para congestões, tosse e febre. Evitar o óleo durante a gravidez, uma vez que promove a menstruação.
As infusões são usadas para tratar indigestão, diarreia, flatulência e pedra na bexiga.
Principais constituintes desta planta são mentol, limoneno, flavonóides, carotenóides e tanino
Planta que acalma o dosha pitta e na culinária adiciono a saladas, molho de iogurte e salada de frutas.
Para quem quiser ter em casa, os cuidados a ter são regar frequentemente, mas não deixar a raiz alagada. Embora esta planta resista a variações de temperatura, não tolera geadas.
À medida que vai crescendo é importante cortar as folhas de cima, para que não tire a luz às folhas que estão a nascer. Manter esta planta, idealmente, em locais onde as temperaturas sejam acima dos 10ºC.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Yoga-me
Fique bastante curiosa quando vi este livro na prateleira da livraria. Não há muitos relatos de como o yoga entra na vida das pessoas e como a transforma invariavelmente.
Quando comecei a ler, identifiquei-me logo com cada palavra que ali estava escrita. A forma clara e profundamente sentida de quem vive com o yoga e está muita atenta às mudanças que vêm com a prática são uma constante neste livro.
Não se cingiu, apenas, ao que no Ocidente se considera ser o Yoga - asanas ou posturas - e vai mais além. Fala da ética, das mudanças alimentares, de ser/estar que estão inerentes e muitas vezes são naturais a quem pratica, dos diferentes estilos, da viagem ao interior de nós próprios e de como nos prepara para a conexão com a nossa consciência.
Um manual bastante simples, mas muito rico em conteúdo e ensinamentos, onde a humildade de explanar se sobrepõe ao impor de um certo e errado.
Grata por ter lido este livro e por esta informação estar disponível.
Namastê
Quando comecei a ler, identifiquei-me logo com cada palavra que ali estava escrita. A forma clara e profundamente sentida de quem vive com o yoga e está muita atenta às mudanças que vêm com a prática são uma constante neste livro.
Não se cingiu, apenas, ao que no Ocidente se considera ser o Yoga - asanas ou posturas - e vai mais além. Fala da ética, das mudanças alimentares, de ser/estar que estão inerentes e muitas vezes são naturais a quem pratica, dos diferentes estilos, da viagem ao interior de nós próprios e de como nos prepara para a conexão com a nossa consciência.
Um manual bastante simples, mas muito rico em conteúdo e ensinamentos, onde a humildade de explanar se sobrepõe ao impor de um certo e errado.
Grata por ter lido este livro e por esta informação estar disponível.
Namastê
domingo, 16 de outubro de 2016
Chakras
Existem seis
centros energéticos ou chakras e um
sétimo, um palmo acima do topo da cabeça, que se une aos outros seis. Estes são
os principais, uma vez que há milhares de outros centros espalhados por todo o
corpo.
O primeiro,
que se encontra na base da coluna designa-se por Muladhara e é representado por um lótus de quatro pétalas. A cor
associada a este chakra é o vermelho.
O segundo chakra, Swadhishthana está ligeiramente abaixo
do umbigo, tem a cor laranja e seis pétalas. O Manipura, terceiro chakra,
encontra-se um pouco acima do umbigo tem a cor amarela e um lótus com oito
pétalas.
De seguida, o
Anahata tem a cor verde-esmeralda, a
sua localização no centro do peito e doze pétalas. O Vishuddha, ou chakra da
garganta tem a cor azul e dezasseis pétalas.
O sexto chakra, Anja, está situado entra as sobrancelhas, tem duas pétalas e é aí
que se dá a união do masculino com o feminino. A cor que o caracteriza é o azul
índigo e é representado por um lótus de duas pétalas.
O sétimo chakra é o Sahasrara e é representado como um lótus de mil pétalas e a sua cor
o violeta ou roxo.
Esta breve descrição será a primeira abordagem que vou fazer a este tema. Serve para se familiarizarem com as características dos chakras. Já agora, um dado curioso, a palavra em sânscrito diz-se Tchakras!
Namaste
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Ética no Yoga - Parte I
Considero a
ética no Yoga um dos temas mais
importantes quando se pretende iniciar uma vida com Yoga. A prática de asanas,
pranayama, concentração e meditação
são de grande importância para disciplinar o corpo e a mente, mas uma conduta
harmoniosa em relação a nós próprios e ao meio envolvente permite-nos vibrar no
amor, com respeito e compaixão.
O Raja Yoga de Patanjali e o seu Yoga Sutras
define conceitos e dá instruções que são consensuais para todos os mestres de Yoga. O objetivo é equilibrar o
turbilhão de pensamentos e emoções de modo a alcançar a independência, kaivalya. Para isso, Patanjali refere duas formas de
controlar a mente: Abhyasa, que é a
prática constante de segurar a mente, não deixando que vagueie e Vairagya, que significa o não apego às
emoções, deixando-as fluir.
Para nos
mantermos no centro, não provocando desarmonia com a Natureza é importante
conhecermos e não praticar, o que Patanjali designou como as cinco Kleshas (que
significa “aflições”) e são elas:
1.
Avidya: significa “ignorância” e entende-se
por aqueles comportamentos da mente que não têm em conta que o homem enquanto
consciência é eterno, puro e não sofre.
2.
Asmita: é o viver “agarrado” à
personalidade, identificado com ela, sem entender que a nossa maneira de ser
apenas nos permite viver neste plano.
3.
Abhinivesha: significa “possessividade” que
começa com o estar demasiado agarrado ao corpo físico, sem entender que é
apenas um instrumento que nos é útil e está disponível para nos servirmos dele
sempre com muito amor e respeito.
4.
Raga: “Desejos”
e 5. Dwesha: “Repulsas”: Isto
faz com que o individuo avalie as situações mediante os benefícios do momento,
em vez de ver a sua verdadeira importância enquanto ser imortal.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Variações do Yoga
É com a prática
de Yoga que alcançamos a
transcendência.
Através do disciplinar do corpo (auto-controlo) e da mente
(meditação) há uma transmutação que nos permite a libertação desta realidade
dual (Maya) e por conseguinte a
iluminação (Samadhi).
Yoga é um modo de ser/estar/viver a vida, uma filosofia
de vida.
Inicialmente,
o Yogi tem de se desprender das
amarras de Maya, pelo controlo dos
sentidos, emoções e parando o fluxo de pensamentos que são produto do Ego.
Uma analogia
bastante interessante que demonstra o estado em que nos encontramos é
comparando a nossa realidade à superficie de um lago quando o vento sopra. Quando
o vento se detém as imagens distorcidas dão lugar às formas verdadeiras, tão
sólidas e constantes como a “permanência da divindade absoluta”.
Feijão preto com nabiças e arroz
Esta receita é super fácil de fazer e muito saborosa (adaptada do livro Deliciously Ella)!
Ingredientes:
1 lata de feijão preto
1 molho de nabiças (pode-se usar, em alternativa, espinafres)
alhos
1 colher de sopa de pasta de miso
Azeite
Polpa de tomate (usei uma caneca bem cheia)
Sal
1 caneca de arroz
Curcuma
Água
Picante
Preparação:
- Levar ao lume numa panela os grelos, três colheres de sopa de azeite, a polpa de tomate e uma colher de paste de miso e dois alhos esmagados e um um copo de água e um pouco de picante (eu usei malagueta).
- Após levantar fervura, cozinhar por 10 minutos em lume brando.
- Adicionar a lata de feijão preto e mexer bem, de modo a envolver todos os ingredientes.
- Deixar mais 10 a 15 minutos, ou até o molho engrossar e os sabores estarem apurados.
- Para o arroz, eu fiz de um modo bem simples: numa panela coloquei duas medidas de água a ferver para uma de arroz (usei uma caneca), sal, 1 colher de chá de curcuma, um dente de alho esmagado e deixei cozinhar em lume brando até a agua ter evaporado. Podem ir mexendo, de vez em quando.
Yoga: significado básico da palavra
Yoga é a minha filosofia de vida.
(Só para vos contextualizar) Comecei a praticar Yoga por curiosidade, era algo diferente do que alguma vez tinha feito e decidi experimentar. O primeiro impacto foi positivo, gostei como trabalhava o corpo, a dinâmica da aula e deixou a vontade de ir praticando cada asana de forma a aperfeiçoá-los.
Ao principio era puramente físico, até que me comecei a interessar pela filosofia que estava por detrás do Yoga. E é todo um mundo novo, acho que esta vida não me vai chegar para conseguir viver no Yoga.
Começo, então, por explicar o que significa a palavra Yoga: traduzindo literalmente significa União.
Pois bem, mas união de quê?? Confesso que leio várias explicações e todas me parecem válidas, ha quem diga que é a união do nosso ser com a divindade que há em nós, que é a união do eu com o todo.. Eu acredito que o Yoga nos leva , neste plano da existência, à união da dualidade, isto é permite-nos deixar de ver as coisas/situações como boas ou más para as passarmos a ver apenas como a realidade sem qualquer julgamento. Lembro que esta é apenas e tão só uma opinião pessoal.
Namaste
(Só para vos contextualizar) Comecei a praticar Yoga por curiosidade, era algo diferente do que alguma vez tinha feito e decidi experimentar. O primeiro impacto foi positivo, gostei como trabalhava o corpo, a dinâmica da aula e deixou a vontade de ir praticando cada asana de forma a aperfeiçoá-los.
Ao principio era puramente físico, até que me comecei a interessar pela filosofia que estava por detrás do Yoga. E é todo um mundo novo, acho que esta vida não me vai chegar para conseguir viver no Yoga.
Começo, então, por explicar o que significa a palavra Yoga: traduzindo literalmente significa União.
Pois bem, mas união de quê?? Confesso que leio várias explicações e todas me parecem válidas, ha quem diga que é a união do nosso ser com a divindade que há em nós, que é a união do eu com o todo.. Eu acredito que o Yoga nos leva , neste plano da existência, à união da dualidade, isto é permite-nos deixar de ver as coisas/situações como boas ou más para as passarmos a ver apenas como a realidade sem qualquer julgamento. Lembro que esta é apenas e tão só uma opinião pessoal.
Namaste
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